ENSINO HÍBRIDO

quarta-feira, 4 de abril de 2018

GTE/DDPM/SEMED E MPET/IFAM - ENCONTRO E INTEGRAÇÃO PEDAGÓGICA

Aconteceu no dia vinte e sete (27) de março do corrente ano, no auditório da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério - DDPM/Semed um diálogo com mestrandos do Mestrado em Ensino Tecnológico - MPET/IFAM. O painel intitulado: "Tendências na Formação de Professores do Ensino Tecnológico: uma discussão necessária?" No evento, estavam presentes a Subsecrectária de Gestão Educacional da Semed/Manaus, profa. Euzeni Araújo Trajano, a Gerente de Tecnologia Educacional da Semed/Manaus, Profa. Aldemira de Araújo Câmara, o Coordenador Pedagógico do Centro de Mídias de Educação do Amazonas - Seduc/AM, Prof. Jape Valle Neto, a professora titular do Mestrado em Ensino Tecnológico - Mpet/Ifam, Profa. Dra. Rosa Marins Oliveira Azevedo, a Coordenadora do Mestrado em Ensino Tecnológico - Mpet/Ifam, Profa. Dra. Andréa Pereira Mendonça, professores, coordenadores de Telecentro, assessores pedagógicos e gestores da Semed/Manaus.
De acordo com a Profa. Aldemira Câmara, o evento foi uma oportunidade de estreitar os laços com o Instituto Federal do Amazonas, em particular com o Mestrado em Ensino Tecnológico. Para a professora da Semed/Manaus e egressa do Mpet e coordenadora de Telecentro, Alessandra Tomé, "O trabalho e as discussões que o Mpet vem desenvolvendo são muito relevantes, em especial para o Ensino Tecnológico, colaborando na construção e compreensão desse ensino. De modo que discuti-lo oportuniza a reflexão sobre o papel do professor e sua formação. Como egressa do Mestrado, sempre quis ver esse diálogo entre Semed e Mpet.". Houve um destaque especial da também egressa do Mpet e formadora educacional da GTE, profa Julia Graziela Queiroz, "A partir da experiência como egressa do Mpet e atuando como formadora na GTE, pude vislumbrar que a tecnologia é percebida com o enfoque humanizador, com vistas, não somente nas habilidades operacionais do profissional, bem como a reflexão sobre sua prática pedagógica e o pleno desenvolvimento intelectual dos nossos alunos.".





JORNADA PEDAGÓGICA PARA COORDENADORES DE TELECENTRO DA EJA NOTURNO (GTE/2018)

              Nos dias 28/02, 01 e 02 de março do corrente ano, quarenta e três (43) coordenadores de Telecentro da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) que atuam na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), participaram da Jornada Pedagógica desenvolvida nos laboratórios da Gerência de Tecnologia Educacional (GTE).
             A Jornada Pedagógica foi organizada no modelo do Ensino Híbrido de rotação por estações e laboratórios rotacionais. O objetivo foi aplicar metodologias ativas de ensino-aprendizagem, oportunizando aos coordenadores por meio de situações lúdicas e desafiadoras, construir conhecimentos sobre o uso pedagógico dos recursos tecnológicos disponíveis nos Telecentros.


Escolas participantes: Esc. Mul. Ana Mota BragaEsc. Mul. Anastácio AssunçãoEsc. Mul.Ens. Esp. André V. de AraújoEsc. Mul. Joaquim da Silva PintoEsc. Mul.Profª. Francisca Pereira de AraújoEsc. Mul.Nazira C. DaouEsc. Mul.Villa LobosEsc. Mul. Antísthenes de Oliveira PintoEsc. Mul. Dep. Ulisses Guimarães, Esc. Mul.Dr. Aristóphanes Bezerra de Castro, Esc. Mul.Dr. João Queiroz, Esc. Mul.Dr. Raimundo N. Mag. Cordeiro, Esc. Mul. Professora Jarlece da Conceição Zaranza, Esc. Mul.Prof.ª Sônia Mª da S. Barbosa, Esc. Mul. Abilio Nery, Esc. Mul. Antonia Medeiros da Silva, Esc. Mul. General Aristides Barreto, Esc. Mul.Carlos Gomes, Esc.Mul. Elvira Borges, Esc. Mul. Nestor José S. do Nascimento, Esc. Mul. Rodolpho Valle, Esc. Mul. Sen. Fábio P. de Lucena Bittencourt, Esc. Mul. Ana Sena Rodrigues, Esc. Mul. Jornalista Sabá Raposo, Esc. Mul. Presidente João Goulart, Esc. Mul. Profª Marly Barbosa Garganta, Esc. Mul. Rubens Sverner, Esc. Mul. Prof. Agenor Ferreira Lima, Esc. Mul. Alfredo Linhares, Esc. Mul.Ana Maria de Souza Barros, Esc. Mul.Antonina Borges de Sá, Esc. Mul.Carolina P. Raimunda Almeida, Esc. Mul. Etelvina Pereira Braga, Esc. Mul. Prof.ª Francisca Pergentina da Silva, Esc. Mul. Rui Barbosa Lima, Esc. Mul. Cleonice de Meneses Fernandes, Esc. Mul. Dom Jacson Damasceno Rodrigues, Esc. Mul. Francisco Nunes da Silva, Esc. Mul. Gov. Danilo de Matos Areosa, Esc. Mul. Gov. Plinio Ramos Coelho, Esc. Mul. Profª. Ignês de Vasconcelos Dias, Esc. Mul. Profº Themistocles Pinheiro Gadelha, Esc. Mul. Helena Augusta Walcott, Esc. Mul. Abílio Alencar, Esc. Mul. São Francisco (Costa do Tabocal) e Esc. Mul. Solange Nascimento.










quarta-feira, 9 de março de 2016

A ESCOLA E A TECNOLOGIA

O ALUNO DA EJA

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
1.O ALUNO

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Os perfis dos alunos da EJA da rede pública são na maioria trabalhadores proletariados, desempregados, dona de casa, jovens, idosos, portadores de deficiências especiais. São alunos com suas diferenças culturais, etnias, religião, crenças.
Para esses alunos, a escola deve ser um espaço de sociabilidade, de transformação social e de construção de conhecimentos. Conhecimentos sustentados na perspectiva daqueles que aprendem saberes diversos e que tenham especialmente um significado, pois sabemos que muitas vezes este aluno vem cansado do trabalho, é mãe e precisa sair mais cedo porque tem que buscar a criança na escola, enfim, buscam o que acham necessário ao acréscimo do seu aprendizado. Em sala de aula, é clara a preocupação do aluno em saber se o conteúdo ministrado vai ou não servir no seu dia a dia. Como esse educando já vem com uma experiência de vida, o professor deve levar em conta essa bagagem ao preparar seu conteúdo devido cada um dos seus educandos ter a sua peculiaridade. Ao voltar à sala de aula, ele faz buscas além do conteúdo, buscando também mecanismos que promovam um desenvolvimento pessoal, ou seja, o aluno jovem e adulto encontra-se muitas vezes aberto a novas descobertas.
No decorrer desses anos trabalhados na EJA, comprovamos que os educandos só irão se empenhar em processos de aprendizagem que tragam para a sala de aula assuntos sobre os quais eles se interessam ou que estejam relacionados com o seu universo. Conseguindo se identificar nesse contexto, eles irão formar suas conclusões e construir as sínteses necessárias para o seu novo saber. Quer dizer, o educando jovem e adulto espera aprender melhor sobre aquilo que já sabe para depois elaborar o processo de aprendizagem sobre aquilo que é desconhecido, ampliando os próprios interesses e horizontes.
Com essas atitudes, fica claro que o educando jovem e adulto, por ser cidadão trabalhador, quer sentir-se sujeito ativo, participativo e ter a possibilidade de crescer na cultura, no social e no âmbito econômico.
Edite Maria Sanches Viana: Graduação em Matemática pela Univag, Especialista na área de Matemática, Atua como Coordenadora da área da Natureza e Matemática e suas tecnologias na Ceja Antonio Cesário de Figueiredo Neto.
Jaqueline de Sá Rampazzo Sanches: Graduação em História e pedagogia pela UFMT, Pós-graduação em EJA, Atua como Professora do ensino fundamental e médio de História na Ceja Antonio Cesário de Figueiredo Neto.
Rosangela Miranda da Silva: Graduação em Matemática pela UFMT, concluinte em pós-graduação em EJA, Atua como Professora de Matemática do ensino fundamental na CEJA Antonio Cesario de Figueiredo Neto.

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terça-feira, 8 de setembro de 2015

A TECNOLOGIA E O TRABALHO

O impacto da tecnologia no mercado de trabalho e as mudanças no ambiente de produção

http://www.uniaraxa.edu.br/ojs/index.php/evidencia/article/view/215 


1.TV ESCOLA A INFORMÁTICA E A ESCOLA


No mundo contemporâneo, as relações humanas existentes no trabalho adquirem novas formas e novos caminhos para otimização do ser humano como participante do processo produtivo. Se não, vejamos novos enfoques nas relações humanas quando, nas atuais organizações, ganha importância o recrutamento de pessoas, com habilidades e liderança, capazes de compreender o contexto atual e futuro de seus respectivos mercados. A sociedade de uma forma geral vem passando, nas últimas décadas, por gigantescas transformações. Como consequência, as organizações se veem obrigadas a realizar ações permanentes de adaptações e pro-ação, com o objetivo de transformar tais mudanças em oportunidades de crescimento e proporcionar a seus clientes e usuários um melhor atendimento, a um custo compatível, e melhor qualidade de seus produtos e serviços. Quanto à tecnologia, vale lembrar que a fabricação automatizada já contabiliza mais de 45 anos de desenvolvimento, mas está apenas começando a desabrochar. É possível vislumbrar em longo prazo, a tecnologia de fabricação se transformando pela nanotecnologia, em uma máquina que pode fabricar objetos usando um átomo ou uma molécula de cada vez – tornando irrelevantes as matérias-primas utilizadas. Logicamente, isto terá desdobramentos sobre os processos de trabalho e os trabalhadores. Neste artigo, discutem-se as mudanças no mercado de trabalho, a ascensão do desemprego provocada pela tecnologia automatizada e a consequente ascensão do trabalho informal. Leva-nos a refletir sobre o desemprego tecnológico excludente como caos social no capitalismo contemporâneo.
Referências
ALMEIDA, M. de S. Cultura organizacional e atitudes contra mudanças. Revista de Ciências da Administração. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, ano 1, nº. 0, ago. 1998.
AMADEU, E. A evolução recente da oferta de trabalho e do emprego no Brasil.Notas sobre o mercado de trabalho, Brasília, Ministério do Trabalho. Nº 1, jul. 1998 CARVALHO, A. M. de.
A tecnologia automatizada e os recursos humanos em
uma empresa bancária do setor público: um estudo de caso. Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativase Contábeis de Franca, 2000. Dissertação de Mestrado CHOWDHURY, S.



sexta-feira, 4 de setembro de 2015

ESCOLA E FAMÍLIA

    
Ambas são responsáveis pela transmissão e construção do conhecimento culturalmente organizado, modificando as formas de funcionamento psicológico, de acordo com as expectativas de cada ambiente. Portanto, a família e a escola emergem como duas instituições fundamentais para desencadear os processos evolutivos das pessoas, atuando como propulsoras ou inibidoras do seu crescimento físico, intelectual, emocional e social. Na escola, os conteúdos curriculares asseguram a instrução e apreensão de conhecimentos, havendo uma preocupação central com o processo ensino-aprendizagem. Já, na família, os objetivos, conteúdos e métodos se diferenciam, fomentando o processo de socialização, a proteção, as condições básicas de sobrevivência e o desenvolvimento de seus membros no plano social, cognitivo e afetivo.